Nascido em 1986, Paul Sibuet é um artista visual francês. Formou-se em Design e Arte. O seu trabalho tem sido distinguido em inúmeros concursos, em Tóquio e em Paris. Rapidamente se libertou das técnicas que lhe tinham sido ensinadas, explorando as suas próprias perceções dos objetos e volumes, criando assim a sua marca distintiva. Sibuet estrutura formas, cores e materiais. Congela o movimento em linhas abundantes. Uma ordem desestruturada. Recorre à impertinência da sua conceção do vício e da inocência em efeitos sensíveis de luz e sombra.
Nas suas «instalações», produções monocromáticas e figurativas, o artista brinca com as limitações físicas para dar vida aos espaços. Estas destacam uma reflexão sobre códigos do passado e do futuro. Folha de ouro, mármore em «trompe-l’oeil», branco mate são materiais que fazem ressoar o monumental e o suntuoso, zombando do imaterial, pois são as suas cores, e o sagrado, o divino, o infigurável, o infinito ressoam neles. Ao libertar-se dos ditames e, por vezes, ofender o academicismo, o artista oferece-nos peças libertas da noção de espaço, que transbordam da obra de arte para nos interpelar. Na série «Snapshot», a obra de arte ridiculariza a técnica, sendo fruto de um trabalho sobre a distorção das telas esticadas.
Levando ainda mais longe os paradoxos da série «Breaking the glass», o artista confronta o imaginário infantil com a imprudência adulta. Oferece-nos uma realidade onírica com uma espécie de pulsões mais ou menos inadequadas. Uma massa de vida que nos transmite em excesso.
Através das suas obras, o artista transmite-nos a sensação de uma liberdade profunda, quase anónima, na qual cada um se pode encontrar ou perder… Revela-nos um universo que nos é próximo, sempre no limiar entre a realidade e o desconhecido.
Paul Sibuet expõe em todo o mundo e faz parte de importantes coleções.